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E se os nomes próprios não fossem adaptados na dublagem? | Chamem os Tiras! Episódio 03



E quando os nomes precisam (será que precisam mesmo?) de adaptações na dublagem? Calma que os tiras chegaram para resolver essa dúvida!

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Quem fez?
Apresentação: Sofia Manso, Yordan Cavalcanti e Ygor Guidoux
Edição: Lukas Hoekstra
Produção: Ale Guimarães
Direção: Ygor Guidoux

00:00:00 Introdução: João e Maria vs. Hansel e Gretel
00:00:35 Por que traduzimos nomes próprios na dublagem?
00:01:14 A tradição de traduzir nomes da realeza (Príncipe Charles vs. Carlos)
00:02:24 Adaptações icônicas em Harry Potter (Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas)
00:02:54 O caso clássico do Chaves e a liberdade pré-internet
00:03:40 A tendência de manter nomes originais: Spider-Man e Superman
00:05:04 Termos Consagrados: Pernalonga e Patolino
00:06:14 De Sininho para Tinker Bell: Quando a Disney muda o nome
00:06:40 Por que Wednesday virou Wandinha no Brasil?
00:07:50 O legado de Telmo de Avelar na “brasileiragem” da Disney
00:08:50 O gênio por trás de Dino da Silva Sauro (Família Dinossauro)
00:09:25 A dublagem impecável de Os Incríveis e o Zezé
00:10:10 Clássicos da infância: Tio Patinhas, Manda-Chuva e Gasparzinho
00:11:20 O conflito entre o áudio dublado e o texto original (James vs. Thiago)
00:12:28 O desafio visual: Como Tom Servolo Riddle virou “Eu sou Lord Voldemort”
00:13:12 Transliteração em Animes: A pronúncia de Dragon Ball e Naruto
00:15:43 Padronização moderna: Caco virando Kermit nos Muppets
00:16:21 Cacofonia: Quando o nome original soa como palavrão (Dooku, Sifo-Dyas e Kagome)
00:17:40 Menções honrosas: Looney Tunes e a criatividade brasileira
00:18:48 A adaptação genial de “Who, Me?” em A Hora do Rush
00:19:47 O polêmico José Bezerra
00:21:00 Encerramento e o “estádio” na Alemanha

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